L, O MUSICAL (2017)

  • Texto e direção:

    Sérgio Maggio

  • Direção musical:

    Luís Filipe de Lima

  • Artistas-criadoras:

    Elisa Lucinda, Ellen Oléria, Luiza Guimarães, Luísa Caetano, Gabriela Corrêa e Tainá Baldez

  • Banda:

    Marlene de Souza Lima (violão e guitarra), Alana Alberg (baixo), Geórgia Câmara (bateria) e Janaina Sabino (teclado)

  • Teaser:

    https://www.youtube.com/watch?v=MI6v7x5WIno

  • Na rede:


  • Prêmios e indicações:

    Melhor da dramaturgia para Sérgio Maggio pelo e-urbanidade

    Melhor atriz coadjuvante para Luiza Guimarães pelo e-urbanidade

  • Editais contemplados:

    Banco do Brasil – 2017/2018 (criação)

Descrição do evento

Montagem passeia pelos encontros e desencontros do amor entre mulheres. A peça estreou em agosto de 2017 no Teatro I do CCBB DF e fez itinerância pelos CCBBs do Rio de Janeiro (outubro a dezembro), São Paulo (janeiro e fevereiro de 2018) e Belo Horizonte (março e abril de 2018). Foi ainda convidada para a Mostra Todos Os Gêneros do Itáu Cultural em maio de 2018. Ao todo, fez 118 sessões e teve mais de 25 mil espectadores.

Criticas em destaque

“Tendo como espinha dorsal 22 canções de cantoras assumidamente lésbicas, dentre elas Simone, Adriana Calcanhoto, Mart' nália, Lecy Brandão, Sandra de Sá e Angela RoRo, o espetáculo consegue mesclá-las à narrativa de forma tão orgânica que o resultado quase me levou a crer - sei que não, obviamente - que as músicas haviam sido compostas simultaneamente à escrita. Sob todos os pontos de vista, uma montagem memorável, seja pelos pertinentes temas que aborda, seja pela forma como estão materializados na cena”

“Se montagens sobre o amor entre homens é coisa corriqueira na cena teatral, o amor entre lésbicas ainda parece ser tabu para dramaturgos, diretores e produtores brasileiros, já que raras vezes é abordado de forma direta nos palcos. Assim, de arrancada, a montagem, escrita e dirigida pelo teatrólogo baiano radicado em Brasília Sérgio Maggio com seu grupo Criaturas Alaranjadas, já tem grande mérito. Outro é dar o posto de protagonistas de lésbicas negras, um grande recado”

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