EU VOU TIRAR VOCÊ DESTE LUGAR – AS CANÇÔES DE ODAIR JOSÉ (2014/2015)

  • Texto e direção:

    Sérgio Maggio

  • Direção musical:

    Luís Filipe de Lima

  • Artistas-criadores:

    Watusi, Jones Schneider, Luiz Filipe Ferreira, Camila Guerra, Gabriela Correa, Rodrigo Mármore, Tainá Baldez e Renato Milan

  • Banda:

    Guilherme Gê (teclado), André Togni (bateria), Zé Krishna (guitarra)

  • Teaser:

    https://www.youtube.com/watch?v=DxNivGcTQAA

  • Na rede:


  • Prêmios e indicações:

    Personalidade do Ano para Sérgio Maggio pelo Melhores do Ano Portal R7

    Trilha sonora pelo Melhores do Ano Portal R7

    Eleito um dos dez melhores musicais brasileiros pelo Musical Cast

    Indicado ao Prêmio Bibi Ferreira 2015 na categoria escolha do público

  • Editais contemplados:

    Programa Petrobras Distribuidora de Teatro 2018/2019

    Fundo de Apoio à Cultura 2016

    Banco do Brasil – 2014/2015 (criação)

Descrição do evento

Montagem passeia repertório das canções de Odair José, mergulhando numa narrativa original com tipos que habitam o repertório de um dos maiores cantores românticos do país. A peça estreou em maio de 2014 no Teatro I do CCBB DF e fez itinerância pelos CCBBs de São Paulo (novembro de 2014 a janeiro de 2015) e Rio de Janeiro (fevereiro e março de 2015). Fez ainda apresentações no Sesc Paladium de Belo Horizonte (julho de 2014). Seguiu itinerância para as cidades de Taguatinga, Gama e Ceilândia em março de 2017. Em 2018, percorre as capitais de Salvador, Fortaleza e Manaus pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2018/2019. Ao todo, fez 100 sessões e teve mais de 26 mil espectadores.

Criticas em destaque

Cativado pela despretensão da montagem, o espectador se envolve a ponto de cantarolar trechos das vinte músicas do roteiro. Eu, Você e a Praça, Eu Vou Tirar Você Deste Lugar, A Noite Mais Linda do Mundo e Uma Vida Só (Pare de Tomar a Pílula), entre outras, são cantadas pelos atores, apoiados por quatro instrumentistas.

A cenografia, em tons de vermelho, com corações rubros pendendo do teto, mesas de inferninho e copos de dry martini, completa, sem medo de esbarrar na cafonice, a ambientação de rendez-vous. Ao flertar com um o exagero e o burlesco, o musical lança um holofote sobre um modo de fazer teatro que não tem medo de usar clichês a seu favor, de forma cômica. Afirma talentos locais e aponta uma trilha possível para outras produções musicais. Diverte e, a julgar pelo número de pessoas que cantarolam cada uma das canções, revela que há mais fãs de Odair José do que supunham nossos tolos preconceitos.

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